sábado, 15 de novembro de 2008

Sinais Estão por toda parte, são reconhecidos por uns poucos
M. Selaht
Conversávamos no café e bar Grande Oriente, na rua do Lavradio, Rio de Janeiro, o ano 1978. Meu companheiro de café era um irmão, coronel reformado do Exército Brasileiro, um defensor da Amazônia, ilustre maçom e mago, já na época, Grande Inspetor do Rito escocês, Grau 33, tinha perfeito domínio do elemento fogo. Uso seu nome verdadeiro, por ser muito conhecido entre maçons e estar hoje no “Oriente Eterno”.
O Irmão Luiz Bayardo da Silva já era meu antigo conhecido de palestras e conferências acadêmicas. Nessa época, eu ainda não o conhecia como esotérico. Era um estudioso de assuntos maçônicos e esotéricos, em geral. Desta feita, conversávamos sobre sinais, que alguns evidenciam e que, sem dúvida, são parte do plano evolutivo da raça humana, do qual sempre houve pessoas e ordens esotéricas do passado, como a fundada em Amarna, (Tel el Harum) por Amenofis IV, a ordem Templária de S.J. de Jerusalém, a Rosacruz, os Sufistas e outras mais, que guardaram zelosamente pedras e argamassa para a “grande construção do templo de nossas virtudes”.
SinaisSinais dessa construção, que é o beresit (primeira palavra da Bíblia, que significa princípio em hebraico) da humanidade do atual milênio, vêm aparecendo e passam despercebidos freqüentemente.A máquina quântica de Shakara, cromoterapia, expansão de consciência, os Dons e outros sinais, que os céticos teimam em rejeitar.
Quando aconteceu o fenômeno da separação das línguas na construção da “Torre de Babel”, (significa Porta de Deus, em hebraico. Gen.11 vv.6 a 9), a Misericórdia Divina, como sempre se fez presente, os intérpretes e tradutores das novas línguas, passaram a ser uma classe social importante, e foram os embaixadores da época primitiva.
O PlanoD’us sempre teve Seu Plano escrito e o “arbítrio relativo”, que concedeu à humanidade, foi sempre, como ainda é hoje, motivo de transgressão. A dificuldade de comunicação teria sido um castigo, mas foi também uma forma de evolução, pena que pela dor.
A esperança de um novo paradigma para unir a humanidadeVislumbrada por um iluminado judeu polonês, Ludwik Leger Zamenhof (Lázaro Zamenhof), com a criação do esperanto, em 1887, uma língua universal com cinco vogais e 23 consoantes, como sempre, interesses egoísticos e econômicos impediram que esse sinal fosse reconhecido. A linguagem diplomática era o francês, mais tarde o inglês tomou esse lugar e o dolar americano passou a ser o padrão monetário.
O adoção do euro é mais um sinal, embora infinitamente de menor importância que a linguagem universal, a unidade de linguagem e a de valores econômicos, vão acontecer.
O Irmão Bayardo e eu falávamos que no futuro o “paradigma do esperanto” seria materializado na linguagem telepática, que acabaria de vez com a mentira e a falsidade, já que todos estarão lendo as mentes uns dos outros.
TelepatiaTelepatas e comunicações mentais acontecem, embora às escondidas. É o medo de ser chamado de louco ou charlatão. É também a influência maligna de algumas seitas religiosas do cristianismo, que se negam a ver a verdade dos fatos, mesmo quando provada à luz da ciência.
O despertar da Verdade ArcanaAs “descobertas” e os prodígios terão lugar garantido nos veículos de comunicação, da forma como já eram conhecidos na Cabala, há milênios. Somos “um povo de dura cerviz” fechamos os olhos para o obvio, e colocamos rótulos de mentirosos nos sábios. Os Kaballa Centers, ao redor do mundo, são um exemplo atual.A trans-comunicação já removeu o mito eclesiástico de que não há vida após a morte. É possível comunicar-se com consciências desencarnadas e até com outros seres, por esse método que não utiliza médiuns, apenas aparelhos e cujas experiências podem ser repetidas e gravadas (para a desmoralização de certos clérigos). Os “Torquemadas” sempre foram servos do mal a serviço dos que confundem fé com ignorância e dos que acreditam que os homens não têm o dom dos milagres.Eles não são capazes de ver e reconhecer os SINAIS.

2 comentários:

  1. Caríssima dona Maria Madalena Gouvêa Lemos

    Agradeço-lhe a publicação do texto supra de nossa autoria. Devo esclarecer, a bem da verdade, que os locais e pessoas mencionadas são reais. O Palácio Maçônico da Rua do Lavradio é um prédio histórico bicentenário tombado pelo patrimônio histórico na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
    Um dia, que não está longe, a humanidade perceberá que as religiões são geradoras de fanatismo e preconceitos e mais, que o ser humano, feito à semelhança do criador tem poder suficiente para alcançá-lo, indiretamente, através dos anjos, com quem poderá conversar e interagir, e diretamente pela oração.
    Em minhas palestras, muitos perguntam qual é a minha religião. A minha resposta é: nenhuma. O ser humano não precisa de religião, precisa de Deus. Não tenho religião porque não estou desligado de Deus, converso com o meu anjo e ele comigo.
    Grande parte dos textos que publico, são resultado dessas conversas. Muitos pensam que são espíritos desencarnados que falam. Não é assim, são anjos mesmo.
    É claro que a maioria das pessoas não conversa com Anjos, e por isso não acreditam. Acontece que democracia é forma de opinar em questões políticas e não em questão dessa natureza. Cito dois exemplos: Buda nunca fez nenhum milagre, mas ninguém duvidou que ele fosse um enviado de Deus (AVATAR). Cristo fez muitos milagres, mas muitos duvidaram que fosse filho de Deus, e assim é ainda hoje.
    Por quê? Usaram a força política de maneira a levá-lo à crucifixão. Aí está o erro: o fato de ser único não fazia dele um mentiroso nem a multidão por ser infinitamente superior em número estar certa, da mesma forma não se pergunta o parecer de um engenheiro ou uma multidão deles em um caso de saúde. Um único médico e seu diagnóstico terão peso e valor únicos, que só poderá ser questionado por outro ou outros médicos.

    Não quero que meus textos sejam vistos como ficção ou romance, nem que a magia seja vista como instrumento do mal. A magia é uma ferramenta que pode ser usada adequadamente sempre para o bem, só um néscio pensa ao contrário e, infelizmente há muitos. Como seguidora da doutrina espírita, a senhora sabe, porque o retorno é certo e terrível.

    Temos em comum algumas coisas. Meus avós maternos eram portugueses de Vianna do Castelo, também a minha mãe.
    Temos aí em Portugal um amigo querido que nos representa e é correspondente do Portal www.mensageiro.com.br para o qual trabalhamos. Chama-se Victor Azevedo.
    Como o senhor Marques do Pombal, sou Mestre Maçom.
    Sou professor Universitário e Pós-Graduado em Educação Superior, especializado em Marketing, Organização e Métodos. Sou habilitado em Relações Públicas, Publicidade e Jornalismo.
    Sou artista plástico, pintor e escultor.
    Escritor e conferencista de diversas universidades e organizações culturais.
    Por estas razões adoto o nome templário de Mago Selaht, que revela aos da tradição os números de poder, que favorecem a minha missão.
    Não consegui obter o vosso e-mail. Gostaria de ter escrito essa notas sem que tivesse de torná-las públicas.
    Aguardo poder ter a honra de trocar conhecimento com a senhora se desejar, a serviço do bem e da humanidade.
    Estou disponibilizando gratuitamente meus livros na internet, no portal www.mensageiro.com.br e aceito críticas e comentários. No livro Magia Passo a Passo, mostro como chegar a falar com Anjos e encaminhar espíritos obsessores, definitivamente, fazendo que cruzem o umbral, diferentemente da doutrinação kardecista. O livro também reúne, em forma de manual, o conhecimento necessário a um desenvolvimento sem riscos, desde que o passo-a-passo seja seguido corretamente. Tudo o que é tratado nesse livro pode ser comprovado e as fontes são citadas.
    Os assuntos que fazem parte de experiências pessoais, vividas por mim, têm testemunhos e são assinados, e sobre eles assumo total responsabilidade.

    Fraternalmente, M. Selaht
    selaht@uol.com.br

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  2. Ilustríssima colega M. Selaht

    Em momento algum coloquei em duvida suas afirmações e sua autoria do citado texto.
    Pelo contrario, por admirar o conteúdo do citado texto, coloquei-o na integra e o nome da autora.
    Peço-vos, pois, desculpas se de alguma maneira me fiz entender de maneira ríspida que a ofendera.

    Paulo Duran

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