domingo, 6 de março de 2011

MUITO ANTES DOS DINOSSAUROS

A pouco menos de 14 bilhões de anos tudo no universo era praticamente nada. Um pontinho, só, e muito, muito menor do que este que ora pingarei: . Então, toda aquela energia concentrada, por algum motivo, CATABLOM!, explodiu. Era o Big Bang. As coisas estavam começando.

Passaram-se 9 bilhões de anos, um pouco mais. Aí foi a vez de uma super nova explodir na Via Láctea. Uma das lascas dessa super nova transformou-se em uma estrela de estatura mediana, o Sol. Isso aconteceu há quatro bilhões e 600 milhões de anos. Pelas estimativas dos cientistas, o Sol continuará ardendo por mais cinco bilhões e 400 milhões de anos. Depois, como todo o resto do Universo, esfriará. Quando o Sol se apagar, a vida por aqui ficará meio difícil, prepare-se, compre velas.



Após a criação do Sol, transcorreram alguns milhões de anos. Côsa pôca, como se diz no Alegrete. E a Terra surgiu de um daqueles pedaços de estrela que andavam pelo espaço. No princípio, não era um bom lugar para se morar. Não havia chão, nem água. O planeta todo era uma bola de fogo e lava borbulhante. Com todo aquele calor, a água não se condensava. Permanecia na atmosfera, em forma de nuvens de vapor. O tempo prosseguiu assim, horrível, por uns 500 milhões de anos. Aí piorou. Como a Terra esfriou um pouquinho, começou a chover. Quando chove um fim de semana, a gente se irrita, não é? Imagine que naquela época choveu durante MILHÕES de anos. Tempestades violentas, elétricas, paredes d’água desabando e formando, enfim, os oceanos. Ao mesmo tempo, as placas de terra recém-constituídas se moviam, liberando gases das entranhas do planeta de forma extremamente ruidosa, fenômeno que os cientistas, demonstrando todo o seu bom gosto, chamam de “O Grande Arroto”.



Enquanto isso tudo acontecia, a Terra foi esfriando e assim a crosta da superfície aos poucos se solidificou. As rochas mais antigas foram descobertas na Groenlândia. Elas têm 3,8 bilhões de anos de idade. Por essa época, raios duplos, raios triplos, mil vezes raios desabavam nos jovens oceanos. As descargas elétricas causaram uma reação inesperada naquela sopa química primitiva: deram origem às primeiras formas de vida. Não faz muito, os cientistas identificaram um fóssil de bactéria com 3,5 bilhões de anos.



A partir desse ponto, as bactérias tomaram conta da Terra. Não havia um milímetro quadrado que não estivesse completamente coberto de bactérias pegajosas, um nojo. Mas foram essas bactérias que fixaram no ar elementos indispensáveis a outras formas de vida. Por outros bilhões de anos elas fermentaram e se reproduziram, até que, deste processo, surgiram as plantas pioneiras. O mundo vegetal é jovem: tem 460 milhões de anos.



Agora, tudo foi mais rápido. Há 250 milhões de anos, o mundo inteiro estava coberto de samambaias gigantes, maiores do que árvores, impossíveis de se acomodar em um vaso na sala. Mais ou menos por esse tempo, os animais marinhos deram um jeito de subir à terra firme. O primeiro deles, o número 1, foi o querido… tatuzinho! Olhe para um deles na areia na próxima vez que você for a Pinhal. Era assim o seu tataratataratataratataratataratataratataratataravô.



Os peixes eram os donos da Terra, portanto. Você já viu um peixe transando? É assim: a peixa nada para algum lugar e deposita ali os seus óvulos, um monte deles. Aí o peixo nada até lá, deita o esperma em cima dos óvulos e vai embora. Pronto. Fim. Consummatum est. É por isso que não existe nenhum canal de sacanagem de peixe na TV a cabo.



Quando os anfíbios evoluíram e se tornaram répteis é que os machos resolveram depositar o esperma dentro da fêmea, e não fora. Graças aos répteis, pois, a Humanidade criou calcinhas de rendinha, o conjunto minissaias & botas, toda a teoria psicanalítica de Freud e as tatuagens da Megan Fox.



Os répteis evoluíram tanto, aqueles serelepes, que se transformaram nos dinossauros e tomaram conta do mundo. Mas há 65 milhões de anos um meteoro de 200 quilômetros de largura caiu no México, tirou a Terra do eixo e os dinos se extinguiram. A essa altura, Pajeia, que era o único bloco de terra do planeta, já havia se rompido. Os continentes estavam separados irremediavelmente e nós fomos condenados a ir para a Europa de avião.



O primeiro hominídeo foi dar as caras no planeta há 4,5 milhões de anos. O homo erectus há 1,8 milhões de anos. E a nossa atual forma humana, o homo sapiens, há 150 mil anos. Destes, 140 mil anos foram de caça, coleta e nomadismo. A Civilização existe há 10 mil anos, nada mais. O Brasil há 510. Porto Alegre há menos de 300. O Campeonato Brasileiro começou em 1971. O sistema de pontos corridos desde 2003.



Pense nisso tudo. Pense nessa grande história. Pense em perspectiva. Que importância tem se um time for rebaixado em 2010?



Texto do excelente David Coimbra, direto de seu blog!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A respeito das vacinas



by Philippe Champagne


Comecei a me interessar mais pelo assunto um pouco antes do nascimento do meu último filho. Tínhamos decidido não vaciná-lo.Intelectualmente é muito fácil ser a favor de uma coisa. Mas, quando temos de tomar uma decisão que envolve um ser, tudo muda. Naquela ocasião, eu me voltei para aqueles que tinham bons motivos para pensar de modo diferente da versão oficial. É preciso ter muita força para lutar contra uma idéia defendida por várias gerações e a questão das vacinas tem esta particularidade: é uma idéia praticamente incontestada.Em outros campos, que não o da medicina, existe uma certa flexibilidade mental e essa capacidade de questionamento é a principal qualidade de qualquer pesquisador digno deste nome. Mas, quando se fala de vacinas, esse questionamento não parece admissível.O assunto é delicado. As questões de que vou tratar são cuidadosamente evitadas por aqueles que são responsáveis pela comunicação em matéria de saúde. Não acredito na versão simplista apresentada pelos adeptos das vacinas. A polêmica a respeito das vacinas é uma questão importantíssima, que não pode ser resolvida pela discussão. Existem interesses econômicos em jogo que deturpam a informação. A crença oficial tem hoje o mesmo poder que tinha antigamente a crença religiosa. A palavra de ordem oficial: erradicar.Um contemporâneo de Pasteur, o médico Antoine Béchamp (Pasteur não era médico, mas químico) era pesquisador na Faculdade de Medicina de Montpellier, onde ensinou por muitos anos. Não tinha o hábito de se envolver em intrigas políticas e seu nome foi esquecido, bem como seus estudos, apesar de conterem diversas respostas a perguntas que incomodam ainda hoje os adeptos de Pasteur. Existe em Paris um instituto Antoine Béchamp e aqueles, que buscam informações objetivas sobre suas pesquisas, podem obtê-las facilmente. Mas essas descobertas não interessaram àqueles para quem a erradicação era uma fonte de renda, apoiados pelos governos, que viam nela uma nova maneira de conquistar os votos do povo. Erguer um povo contra um inimigo é, como todos sabem, o modo mais eficaz de uni-lo e manipulá-lo.Naquela época, nunca foi demonstrado que a célebre experiência de Pouilly-le-fort era um engodo. Os senhores cientistas não se preocuparam com esses detalhes. Pior do que isso: os que tentaram reproduzir as experiências de Pasteur quebraram a cara: a teoria das vacinas só funcionava com ele.Soube-se, mais tarde, que ele adicionava um produto para obter o resultado desejado. O bicromato de potássio (habilmente dosado, senão era morte certa) foi o primeiro da lista. Ora, o que faz um produto químico em uma preparação que se supõe provir de uma cultura atenuada de germes vivos? Os efeitos secundários são totalmente ignorados.Atualmente parece que toda dose de vacina contém um sal de alumínio. O dicionário dos médicos, o Vidal, atesta isso: está escrito em letras tão miúdas que é quase preciso usar uma lupa para descobrir essa verdade lamentável. Os médicos desconhecem o verdadeiro papel desse sal, pois só sabem o que lhes foi ensinado. A maior parte deles aplica as vacinas porque esta é a lei. Eles se escondem atrás da lei para dissimular sua ignorância.E o juramento de Hipócrates? Um velho sonho de um idealista emoldurado sobre suas cabeças, nada mais do que isso. Se você lhes perguntar diretamente, vai ficar sabendo: “Doutor, para que serve o hidróxido de alumínio contido em cada dose de vacina que vocês injetam por ordem da lei em cada recém-nascido que é levado às consultas obrigatórias, sem as quais não teríamos direito ao auxílio da Previdência Social?”No tempo que antecede a resposta, pergunte a si mesmo, se você vacina seu filho por causa da doença que ele pode contrair e procure se informar sobre as técnicas existentes para evitar ou eliminar essa doença. É certamente o papel de um médico abrir os olhos de seus pacientes sobre as diferentes maneiras de se resolver uma questão de saúde.Não, eles não têm mais tempo para isso, não sabem agir de outra maneira, só sabem vacinar: “uma picadinha não dói, só leva um segundo, e acabou!”
“Os laboratórios nos abastecem, as leis nos obrigam, a Ordem nos controla ... O juramento de Hipócrates, foi certamente emoldurado e assinado, mas, se começarmos a duvidar das instituições, onde vamos parar?”O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismoEstudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. O alumínio se instala no sistema nervoso fazendo-se passar por ferro no sangue. A hemoglobina do sangue é composta de um núcleo de ferro e o alumínio toma seu lugar.O sistema nervoso torna-se, assim, vítima de um processo parasitário e os danos são proporcionais à quantidade regularmente absorvida pelo tubo digestivo.Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio. Basta fazer um cálculo simples, adicionando quantidades de alumínio contidas nas doses obrigatórias das vacinas, desde o nascimento até a idade adulta, e, comparando à soma obtida com o valor da toxidez alimentar máxima desse mesmo alumínio. Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica!É estranho, que nem a caderneta de vacinações, nem o médico, mencionem o alumínio, nem seus riscos. E, no entanto, a intoxicação não é uma crendice, mas um fenômeno permanente e irreversível.Todos os anos surgem novas doenças genéticas, desarranjos totais do sistema nervoso, dos ossos, dos rins. Fala-se muito da necessidade de novas pesquisas para inventar novos medicamentos, novas vacinas; é preciso dar dinheiro e tudo gira em torno da erradicação.Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam.Um médico responsável por um centro de saúde acaba de consultar um colega para obter um certificado de contra-indicação para seus filhos. Esse homem, consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.Um jornalista, um dia, me chamou para participar de um caso que pode talvez interessar nossa associação: uma criança de cinco meses morreu uma hora e meia depois de ter sido vacinada pelo médico de família.A criança entrou em coma alguns minutos após a aplicação do reforço. Seu médico mandou interná-la com urgência e, apesar de todos os cuidados, ela morreu. Declaração do médico chamado para atestar o óbito: morte súbita.Outra história lamentável: um adolescente de treze anos recebeu a vacinação contra a hepatite B, altamente recomendada naquela época em todas as escolas. Ele morreu dois meses depois, de leucemia.Soube-se, depois de alguns meses, que a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado dois milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber, que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux.Concluindo...Quando a central nuclear de Chernobyl explodiu, a mídia divulgou a mentira política que fazia crer que a nuvem radioativa havia poupado nosso país, a França.Dez ou quinze anos depois, a mesma mídia disse: “mentiram para nós”. Divulgam programas de televisão, mostrando claramente que a catástrofe do reator nuclear não foi provocada por uma falha humana, mas por um abalo sísmico que fraturou a camada de concreto debaixo do reator, rompendo os condutos de resfriamento, o que provocou a explosão que todos conhecem, em cerca de trinta segundos.Todas as testemunhas que sobrevivem à catástrofe haviam falado de um tremor de terra antes da explosão — e alguns geólogos haviam até conseguido registrá-lo. Mas era preciso apelar para uma falha humana para mascarar a realidade de demasiada estupidez: todas as usinas nucleares são construídas (por causa do resfriamento) sobre áreas sismicamente frágeis (os cursos de água correm ao longo das placas tectônicas. Em Chernobyl, há um encontro de três placas...).Por mais que se mostrem, com provas em mãos, todas as mentiras, não se fará nada além de distrair as massas, prontas a escutar todos os escândalos no sábado à noite, mas, de forma alguma, prontas a se unirem na segunda-feira de manhã para mudar o que quer que seja.É assim que vejo as coisas.E, no entanto, penso que tudo pode mudar, que a Internet é, talvez, a alavanca que nos ajudará a mudar o curso das coisas. A Internet é uma magia indescritível, todo mundo se expressa, se cruza, se procura e, finalmente, a Terra continua a girar em torno do sol à incrível velocidade de 105.000 km por hora.


Fonte: Des Clefs pour Vivre n° 49 – abril de 2004

segunda-feira, 12 de abril de 2010


ME CONHECENDO...

...Eu?! Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos... Já expulsei pessoas q amava de minha vida, já me arrependi por isso... Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos... Já amei pessoas q me decepcionaram, já decepcionei pessoas q amaram... Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir... Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi... Já fingi não dar importância às pessoas q amava, para mais tarde chorar quieto em meu canto... Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir... Já acreditei em pessoas q não valiam a pena, já deixei de acreditar nas q realmente valiam... Já tive crises de riso quando não podia... Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse... Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar... Muitas vezes deixei de falar o q penso para agradar uns, outras vezes falei o q não pensava para magoar outros... Já fingi ser o q não sou para agradar uns, já fingi ser o q não sou para desagradar outros... Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz... Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava... Já sonhei demais, ao ponto de confundir sonhos com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"... Já cai inúmeras vezes achando q não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando q não cairia mais... Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.. Já chamei pela minha amada no meio da noite fugindo de um pesadelo... mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda... Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri q não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim... Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre... Não me mostre o q esperam de mim, porque vou seguir meu coração!... Não me façam ser o q não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!... Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão... Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes ... Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!...



CRISTIANISMO E PARAPSICOLOGIA
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A Parapsicologia pode ser considerada um dos ramos da ciência que estuda o extraordinário , o incomum , mediante a formulação de leis baseadas nos dados estatísticos a partir da observação de um determinado conjunto de fenômenos , verificando as conexões lógicas entre esses eventos e as suas possíveis causas explicativas . Fenômenos estes que , de resto , não possuem explicação com o recurso , puro e simples , ao conjunto teórico das ciências tradicionais , como a química , a física e a biologia .
É uma disciplina que interessa à porque muitas religiões fundamentam-se nestes fenômenos , sem tê-los estudado racionalmente ; e também para se ter uma religião culta.
A Parapsicologia pode ser definida como o estudo dos fundamentos dos fatos incomuns.
A ciência comprovou , a partir desse estudo , que os únicos fenômenos supra-normais verdadeiros , os milagres , só ocorreram em ambiente católico.
Após o cisma e a reforma protestante, os milagres cessaram nos ambientes cismáticos e protestantes , enquanto na Igreja Católica eles continuaram .
Os fenômenos paranormais e extra-normais são causados pelo inconsciente do homem , segundo ensina a parapsicologia ; sem que haja controle desses fenômenos por parte de seus autores involuntários.
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Fenômeno Paranormal : são faculdades espirituais inconcientes. Fenômenos produzidos pela mente, os quais ultrapassam a barreira do tempo e do espaço, também conhecidos como ESP ; percepção extra sensorial, popularmente conhecido como sexto Sentido. Eles estão relacionados a previsão do futuro, conhecimento do passado .
Exemplos : Telepatia, Clarividência, Precognação (ver o futuro), Retrocognição (ver o passado) .
Fenômenos Extra-Normais: São faculdades sensoriais inconcientes. São aqueles fenômenos produzidos por emanações de energia psíquica que se manifestam fora o corpo físico; como a ” Telecnese ” ; fazer mover objetos, usando-se da telergia (energia psíquica) . ” Levitação ” , usando-se da telergia . ” Aporte ” , usando a telergia que se desmaterializa e depois materializa-se em outro lugar junto com o objeto teletransportado .
Apenas os milagres são fenômenos supra-normais , sem qualquer explicação natural.
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A Igreja Católica não tem posição oficial sobre a parapsicologia , isto porque ela se propõe a explicar fatos no plano ‘natural ‘ ou no plano da ciência.
Se o fenômeno for passível de explicação natural autêntica , a Igreja nada tem a opor ; exceto se a explicação pretender negar a verdade de uma graça ou de um milagre , ou algum outro princípio da doutrina revelada !
Na prespectiva católica existem , portanto , os carismas , as graças atuais , as intervenções angélicas , as possessões demoníacas e os milagres . A parapsicologia entende que apenas os fatos supranormais são milagres ( levitar acima de determinado limite , mover objetos além de um limte ) ou seja , intervenção direta da providência divina contrariando os determinismos naturais sem interferência humana !
O Cardeal Prospero Lambertini , futuro Papa Bento XIV , definiu os critérios para se considerar verdadeiramente milagrosa uma cura .
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Critérios para a aceitação de um milagre de cura
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A doença deve ser grave e de cura impossível ou muito difícil.
Que a doença não esteja numa fase que logo decline.
Que o paciente esteja sem tomar medicamentos ou que os medicamentos não surtam efeitos
Que a cura seja súbita.
Que a cura perfeita.
Que não haja uma crise precedendo a cura.
Que a doença não volte mais.
Portanto , para que uma cura venha a ser considerada milagrosa , a Igreja exige que ela seja imediata , completa e duradoura. Se não for imediata , se for incompleta , e se voltar a aparecer não é milagre !
Além , evidentemente , de não possuir rigorosamente nenhuma explicação científica.
Um milagre é sempre um fato externo , visível e que altera as leis e os determinismos naturais , visando o bem do homem ; jamais prejudicar , assustar , ferir e causar mal-estar físico. O autor do milagre é sempre Deus , que assim manifesta a Sua justiça e a Sua misericórdia infinitas .
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Prof Everton Jobim

sábado, 15 de novembro de 2008

Sinais Estão por toda parte, são reconhecidos por uns poucos
M. Selaht
Conversávamos no café e bar Grande Oriente, na rua do Lavradio, Rio de Janeiro, o ano 1978. Meu companheiro de café era um irmão, coronel reformado do Exército Brasileiro, um defensor da Amazônia, ilustre maçom e mago, já na época, Grande Inspetor do Rito escocês, Grau 33, tinha perfeito domínio do elemento fogo. Uso seu nome verdadeiro, por ser muito conhecido entre maçons e estar hoje no “Oriente Eterno”.
O Irmão Luiz Bayardo da Silva já era meu antigo conhecido de palestras e conferências acadêmicas. Nessa época, eu ainda não o conhecia como esotérico. Era um estudioso de assuntos maçônicos e esotéricos, em geral. Desta feita, conversávamos sobre sinais, que alguns evidenciam e que, sem dúvida, são parte do plano evolutivo da raça humana, do qual sempre houve pessoas e ordens esotéricas do passado, como a fundada em Amarna, (Tel el Harum) por Amenofis IV, a ordem Templária de S.J. de Jerusalém, a Rosacruz, os Sufistas e outras mais, que guardaram zelosamente pedras e argamassa para a “grande construção do templo de nossas virtudes”.
SinaisSinais dessa construção, que é o beresit (primeira palavra da Bíblia, que significa princípio em hebraico) da humanidade do atual milênio, vêm aparecendo e passam despercebidos freqüentemente.A máquina quântica de Shakara, cromoterapia, expansão de consciência, os Dons e outros sinais, que os céticos teimam em rejeitar.
Quando aconteceu o fenômeno da separação das línguas na construção da “Torre de Babel”, (significa Porta de Deus, em hebraico. Gen.11 vv.6 a 9), a Misericórdia Divina, como sempre se fez presente, os intérpretes e tradutores das novas línguas, passaram a ser uma classe social importante, e foram os embaixadores da época primitiva.
O PlanoD’us sempre teve Seu Plano escrito e o “arbítrio relativo”, que concedeu à humanidade, foi sempre, como ainda é hoje, motivo de transgressão. A dificuldade de comunicação teria sido um castigo, mas foi também uma forma de evolução, pena que pela dor.
A esperança de um novo paradigma para unir a humanidadeVislumbrada por um iluminado judeu polonês, Ludwik Leger Zamenhof (Lázaro Zamenhof), com a criação do esperanto, em 1887, uma língua universal com cinco vogais e 23 consoantes, como sempre, interesses egoísticos e econômicos impediram que esse sinal fosse reconhecido. A linguagem diplomática era o francês, mais tarde o inglês tomou esse lugar e o dolar americano passou a ser o padrão monetário.
O adoção do euro é mais um sinal, embora infinitamente de menor importância que a linguagem universal, a unidade de linguagem e a de valores econômicos, vão acontecer.
O Irmão Bayardo e eu falávamos que no futuro o “paradigma do esperanto” seria materializado na linguagem telepática, que acabaria de vez com a mentira e a falsidade, já que todos estarão lendo as mentes uns dos outros.
TelepatiaTelepatas e comunicações mentais acontecem, embora às escondidas. É o medo de ser chamado de louco ou charlatão. É também a influência maligna de algumas seitas religiosas do cristianismo, que se negam a ver a verdade dos fatos, mesmo quando provada à luz da ciência.
O despertar da Verdade ArcanaAs “descobertas” e os prodígios terão lugar garantido nos veículos de comunicação, da forma como já eram conhecidos na Cabala, há milênios. Somos “um povo de dura cerviz” fechamos os olhos para o obvio, e colocamos rótulos de mentirosos nos sábios. Os Kaballa Centers, ao redor do mundo, são um exemplo atual.A trans-comunicação já removeu o mito eclesiástico de que não há vida após a morte. É possível comunicar-se com consciências desencarnadas e até com outros seres, por esse método que não utiliza médiuns, apenas aparelhos e cujas experiências podem ser repetidas e gravadas (para a desmoralização de certos clérigos). Os “Torquemadas” sempre foram servos do mal a serviço dos que confundem fé com ignorância e dos que acreditam que os homens não têm o dom dos milagres.Eles não são capazes de ver e reconhecer os SINAIS.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Dementadores


É difícil de acreditar, mas existem pessoas que tem o "don" de sugar nossas energias!! A simples presença de algumas pessoas ao nosso lado, nos causa uma sensação de vazio; É como se ela sugasse de nos todas as nossas lembranças boas, nos fazendo sentir um vazio na alma...
Frio... Vazio... Solidão...
Mas em contra peso... Existem aquelas pessoas que são pura luz...
Essas pessoas possuem uma luz tão forte que por maior que seja a escuridão, elas nos guiam... Nos trazem átona...A luz... Sempre vence a escuridão...


Nota: Os dementadores estão entre as criaturas mais malignas que vagam pela terra. Infestam os lugares mais escuros e imundos, se comparam com a decomposição e o desespero, esgotam a paz, a esperança e a felicidade do ar a sua volta. São invisíveis a trouxas, que apenas sentem tristeza e falta de esperança na presença de um.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Sonho ou Realidades

“A estória que ouvistes é verdadeira...

Mas, deves aprender seu sentido real, velado por símbolos... As montanhas, são os sábios; as ervas, milagrosas, as tuas palavras... Os ‘mortos’ são os ignorantes; os sábios transformam a mente dos ignorantes, com seus conceitos ‘indescifráveis’, como se estivessem ressuscitando os mortos.

A sabedoria dá imortalidade aos que a possuem e que, sabiamente, a transmitem aos outros...”.





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Estórias têm símbolos e estes são parte da existência humana... Na sua interpretação assimilamos a realidade e essa asserção pode ser (sabiamente?) interpretada, para dizer: - “Construímos a nossa própria realidade, pessoal; transferível, na absorção de valores éticos e, quem sabe, morais”.

Entre belas estórias...

A Fábula e depois os Contos de Fadas são modalidades, na História da Literatura, que procederam à conversão de personagens ‘não humanos’, mas antropomorfizados, em símbolos de vivências com profunda interioridade, pessoal. Nelas, formas surpreendentes em textos repletos de belos valores e preceitos, éticos.

Moral da estória? ...

Até os mais distraídos já puderam notar, que entre muitas curiosidades deste nosso tempo caótico (no pior sentido do χάος, porque mesmo ali havia ordem), ‘dinamizado’ pela cultura ‘cibernética’ (mecânica e vazia, de fin-de-siècles) e de outros ciclos, vem-se sobressaindo a crescente onda de interesse, renovado, pela literatura alimentada pelo sobrenatural; nos mistérios da Vida...

Nas forças, ‘ocultas’.

No rastro - inebriante, desses temas, também voltamos aos príncipes e aos feiticeiros; cavaleiros andantes e mágicos mestres.

Eles estão de volta, com força.
Que bom!
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Os Contos de Fadas, apesar do nome, nem sempre se caracterizam pela presença de alguma delas, mas sim por conter, como parte essencial da narrativa, um drama existencial - de certa forma sutil, intocável. Em outras palavras: a ‘auto-realização’ de um personagem, ou o seu crescimento pessoal - expansão interior, aparece como o principal aspecto de um relato, quase sempre encantador.









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É assim, encantadoramente, que as sagas, as lendas e os mitos também deixaram de ser vistos como ‘entretenimento infantil’, ou bobagens (como se o que as crianças vivem fosse assim... - Ah! Que saudades de minhas ‘bobagens’ infantis) e vêm sendo redescobertos como autênticas fontes de conhecimento do homem e de seu, verdadeiro, lugar em um mundo melhor.

Os feitos, as glórias e a grandeza, ou mesmo as provas, os obstáculos e as contendas pelos quais os personagens centrais, dos Contos de Fadas, passam, configuram rituais iniciáticos que descrevem a passagem, de um momento existencial para outro, e que vêm sendo mantidos, sem mudanças substanciais, ao longo da História e transmitidos de geração em geração, por estórias.

Ainda bem!






O rei e a princesa; o mágico e a bruxa, ou o animal que ronda e que ajuda, estão sempre presentes... Você não conhece alguns? Eu sim... Todos camuflados por um magnífico arcabouço, com um poder indiscutível, pelo qual os valores a que se referem são eternizados; como a luta entre o bem e o mal, na distinção entre o que é belo e o que não é; o que nos enternece o coração e o que repudiamos na mente, com veemência...

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Refletem os traços humanos mais gerais e utilizam símbolos universais que nos permitem, novamente, poder escolher e selecionar; aceitar, ou negligenciar; interpretando-os, sabiamente sim, de forma congruente a um novo estágio de desenvolvimento físico, intelectual e psicológico... A alma, de novo, é atingida por sentimentos puros.

Graças, a Deus!

Isto tudo vem atravessando os séculos e encantando os povos, das mais diferentes culturas; sem dúvida, porque, para além da sedução das mil e uma noites da Pérsia existe um importante eixo vital, em torno do qual se desenrolam paixões: as relações homem/mulher, envolvendo o amor; a vida e a morte...

As forças, bipolares, em equilíbrio, que imortalizaram Sherazade - شهرزاد, símbolo da mulher perfeita que, além da deslumbrante beleza, era culta e falava - com propriedade, o que tem que ser dito.

Era uma vez...
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“... Nos aposentos do rei Xariar - شهريار , Sherazade pede para se despedir de sua irmã, Duniazade. No meio da conversa, como haviam combinado antes, Duniazade pede que a irmã lhe conte uma estória. Sherazade, que tinha lido livros e escritos de toda a espécie, conta uma história que, como havia planejado, cativa a atenção do rei... Ele pára e escuta a narrativa, escondido... Mas, ela interrompe a narrativa para a concluir apenas na noite seguinte. Curioso para saber o final da estória, o rei não a mata - como fazia com todas as suas outras mulheres depois de possuí-las. Nas noites seguintes, literalmente excitado com a narrativa, o rei pede novas estórias... E assim ele mantém Sherazade viva até que, depois de mil e uma noites e três filhos, o rei, entretido e moralmente elevado pelas estórias, desiste de matá-la e faz dela sua rainha”.
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Excelente maneira de podermos entender um stratum, fabuloso; cultural, sim, pois seriam expressões dos processos psíquicos do inconsciente coletivo: na alma do povo simples, também, e das pessoas comuns, mais do que tudo. Através dos Contos de Fadas, podemos estudar as mais básicas estruturas de comportamento e os aspectos de toda uma civilização, que pode ser extraordinária.

O material simbólico contido nas escrituras, age como um processo - de aprendizagem e pode ser utilizado para propiciar a construção dos sistemas lógicos de pensamento: encorajadores, quiçá para sempre.

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Os protagonistas dos Contos de Fadas são pessoas muito parecidas conosco... Quando identificamos um, como João, em “João & Maria”, fica claro que o uso de nomes bem comuns os torna genéricos, valendo para qualquer menino ou menina, que jamais deveríamos deixar de ser...

Maravilhosa literatura!

Que está profundamente ligada ao mundo dos símbolos; mitos e arquétipos. É neles, ou por meio deles, que essa magia é engendrada e se transmite aos homens através dos milênios... Em uma linguagem que se expressa por, adorável, comunicação...

Contendo todas as possibilidades da vida, mostrando que ela pode ser: um Conto de Fadas.

Caio Eduardo Ferreira do Amaral
Semiologia, da vida.