quinta-feira, 13 de maio de 2010

A respeito das vacinas



by Philippe Champagne


Comecei a me interessar mais pelo assunto um pouco antes do nascimento do meu último filho. Tínhamos decidido não vaciná-lo.Intelectualmente é muito fácil ser a favor de uma coisa. Mas, quando temos de tomar uma decisão que envolve um ser, tudo muda. Naquela ocasião, eu me voltei para aqueles que tinham bons motivos para pensar de modo diferente da versão oficial. É preciso ter muita força para lutar contra uma idéia defendida por várias gerações e a questão das vacinas tem esta particularidade: é uma idéia praticamente incontestada.Em outros campos, que não o da medicina, existe uma certa flexibilidade mental e essa capacidade de questionamento é a principal qualidade de qualquer pesquisador digno deste nome. Mas, quando se fala de vacinas, esse questionamento não parece admissível.O assunto é delicado. As questões de que vou tratar são cuidadosamente evitadas por aqueles que são responsáveis pela comunicação em matéria de saúde. Não acredito na versão simplista apresentada pelos adeptos das vacinas. A polêmica a respeito das vacinas é uma questão importantíssima, que não pode ser resolvida pela discussão. Existem interesses econômicos em jogo que deturpam a informação. A crença oficial tem hoje o mesmo poder que tinha antigamente a crença religiosa. A palavra de ordem oficial: erradicar.Um contemporâneo de Pasteur, o médico Antoine Béchamp (Pasteur não era médico, mas químico) era pesquisador na Faculdade de Medicina de Montpellier, onde ensinou por muitos anos. Não tinha o hábito de se envolver em intrigas políticas e seu nome foi esquecido, bem como seus estudos, apesar de conterem diversas respostas a perguntas que incomodam ainda hoje os adeptos de Pasteur. Existe em Paris um instituto Antoine Béchamp e aqueles, que buscam informações objetivas sobre suas pesquisas, podem obtê-las facilmente. Mas essas descobertas não interessaram àqueles para quem a erradicação era uma fonte de renda, apoiados pelos governos, que viam nela uma nova maneira de conquistar os votos do povo. Erguer um povo contra um inimigo é, como todos sabem, o modo mais eficaz de uni-lo e manipulá-lo.Naquela época, nunca foi demonstrado que a célebre experiência de Pouilly-le-fort era um engodo. Os senhores cientistas não se preocuparam com esses detalhes. Pior do que isso: os que tentaram reproduzir as experiências de Pasteur quebraram a cara: a teoria das vacinas só funcionava com ele.Soube-se, mais tarde, que ele adicionava um produto para obter o resultado desejado. O bicromato de potássio (habilmente dosado, senão era morte certa) foi o primeiro da lista. Ora, o que faz um produto químico em uma preparação que se supõe provir de uma cultura atenuada de germes vivos? Os efeitos secundários são totalmente ignorados.Atualmente parece que toda dose de vacina contém um sal de alumínio. O dicionário dos médicos, o Vidal, atesta isso: está escrito em letras tão miúdas que é quase preciso usar uma lupa para descobrir essa verdade lamentável. Os médicos desconhecem o verdadeiro papel desse sal, pois só sabem o que lhes foi ensinado. A maior parte deles aplica as vacinas porque esta é a lei. Eles se escondem atrás da lei para dissimular sua ignorância.E o juramento de Hipócrates? Um velho sonho de um idealista emoldurado sobre suas cabeças, nada mais do que isso. Se você lhes perguntar diretamente, vai ficar sabendo: “Doutor, para que serve o hidróxido de alumínio contido em cada dose de vacina que vocês injetam por ordem da lei em cada recém-nascido que é levado às consultas obrigatórias, sem as quais não teríamos direito ao auxílio da Previdência Social?”No tempo que antecede a resposta, pergunte a si mesmo, se você vacina seu filho por causa da doença que ele pode contrair e procure se informar sobre as técnicas existentes para evitar ou eliminar essa doença. É certamente o papel de um médico abrir os olhos de seus pacientes sobre as diferentes maneiras de se resolver uma questão de saúde.Não, eles não têm mais tempo para isso, não sabem agir de outra maneira, só sabem vacinar: “uma picadinha não dói, só leva um segundo, e acabou!”
“Os laboratórios nos abastecem, as leis nos obrigam, a Ordem nos controla ... O juramento de Hipócrates, foi certamente emoldurado e assinado, mas, se começarmos a duvidar das instituições, onde vamos parar?”O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismoEstudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. O alumínio se instala no sistema nervoso fazendo-se passar por ferro no sangue. A hemoglobina do sangue é composta de um núcleo de ferro e o alumínio toma seu lugar.O sistema nervoso torna-se, assim, vítima de um processo parasitário e os danos são proporcionais à quantidade regularmente absorvida pelo tubo digestivo.Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio. Basta fazer um cálculo simples, adicionando quantidades de alumínio contidas nas doses obrigatórias das vacinas, desde o nascimento até a idade adulta, e, comparando à soma obtida com o valor da toxidez alimentar máxima desse mesmo alumínio. Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica!É estranho, que nem a caderneta de vacinações, nem o médico, mencionem o alumínio, nem seus riscos. E, no entanto, a intoxicação não é uma crendice, mas um fenômeno permanente e irreversível.Todos os anos surgem novas doenças genéticas, desarranjos totais do sistema nervoso, dos ossos, dos rins. Fala-se muito da necessidade de novas pesquisas para inventar novos medicamentos, novas vacinas; é preciso dar dinheiro e tudo gira em torno da erradicação.Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam.Um médico responsável por um centro de saúde acaba de consultar um colega para obter um certificado de contra-indicação para seus filhos. Esse homem, consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.Um jornalista, um dia, me chamou para participar de um caso que pode talvez interessar nossa associação: uma criança de cinco meses morreu uma hora e meia depois de ter sido vacinada pelo médico de família.A criança entrou em coma alguns minutos após a aplicação do reforço. Seu médico mandou interná-la com urgência e, apesar de todos os cuidados, ela morreu. Declaração do médico chamado para atestar o óbito: morte súbita.Outra história lamentável: um adolescente de treze anos recebeu a vacinação contra a hepatite B, altamente recomendada naquela época em todas as escolas. Ele morreu dois meses depois, de leucemia.Soube-se, depois de alguns meses, que a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado dois milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber, que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux.Concluindo...Quando a central nuclear de Chernobyl explodiu, a mídia divulgou a mentira política que fazia crer que a nuvem radioativa havia poupado nosso país, a França.Dez ou quinze anos depois, a mesma mídia disse: “mentiram para nós”. Divulgam programas de televisão, mostrando claramente que a catástrofe do reator nuclear não foi provocada por uma falha humana, mas por um abalo sísmico que fraturou a camada de concreto debaixo do reator, rompendo os condutos de resfriamento, o que provocou a explosão que todos conhecem, em cerca de trinta segundos.Todas as testemunhas que sobrevivem à catástrofe haviam falado de um tremor de terra antes da explosão — e alguns geólogos haviam até conseguido registrá-lo. Mas era preciso apelar para uma falha humana para mascarar a realidade de demasiada estupidez: todas as usinas nucleares são construídas (por causa do resfriamento) sobre áreas sismicamente frágeis (os cursos de água correm ao longo das placas tectônicas. Em Chernobyl, há um encontro de três placas...).Por mais que se mostrem, com provas em mãos, todas as mentiras, não se fará nada além de distrair as massas, prontas a escutar todos os escândalos no sábado à noite, mas, de forma alguma, prontas a se unirem na segunda-feira de manhã para mudar o que quer que seja.É assim que vejo as coisas.E, no entanto, penso que tudo pode mudar, que a Internet é, talvez, a alavanca que nos ajudará a mudar o curso das coisas. A Internet é uma magia indescritível, todo mundo se expressa, se cruza, se procura e, finalmente, a Terra continua a girar em torno do sol à incrível velocidade de 105.000 km por hora.


Fonte: Des Clefs pour Vivre n° 49 – abril de 2004

segunda-feira, 12 de abril de 2010


ME CONHECENDO...

...Eu?! Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos... Já expulsei pessoas q amava de minha vida, já me arrependi por isso... Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos... Já amei pessoas q me decepcionaram, já decepcionei pessoas q amaram... Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir... Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi... Já fingi não dar importância às pessoas q amava, para mais tarde chorar quieto em meu canto... Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir... Já acreditei em pessoas q não valiam a pena, já deixei de acreditar nas q realmente valiam... Já tive crises de riso quando não podia... Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse... Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar... Muitas vezes deixei de falar o q penso para agradar uns, outras vezes falei o q não pensava para magoar outros... Já fingi ser o q não sou para agradar uns, já fingi ser o q não sou para desagradar outros... Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz... Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava... Já sonhei demais, ao ponto de confundir sonhos com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"... Já cai inúmeras vezes achando q não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando q não cairia mais... Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.. Já chamei pela minha amada no meio da noite fugindo de um pesadelo... mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda... Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri q não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim... Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre... Não me mostre o q esperam de mim, porque vou seguir meu coração!... Não me façam ser o q não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!... Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão... Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes ... Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!...



CRISTIANISMO E PARAPSICOLOGIA
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A Parapsicologia pode ser considerada um dos ramos da ciência que estuda o extraordinário , o incomum , mediante a formulação de leis baseadas nos dados estatísticos a partir da observação de um determinado conjunto de fenômenos , verificando as conexões lógicas entre esses eventos e as suas possíveis causas explicativas . Fenômenos estes que , de resto , não possuem explicação com o recurso , puro e simples , ao conjunto teórico das ciências tradicionais , como a química , a física e a biologia .
É uma disciplina que interessa à porque muitas religiões fundamentam-se nestes fenômenos , sem tê-los estudado racionalmente ; e também para se ter uma religião culta.
A Parapsicologia pode ser definida como o estudo dos fundamentos dos fatos incomuns.
A ciência comprovou , a partir desse estudo , que os únicos fenômenos supra-normais verdadeiros , os milagres , só ocorreram em ambiente católico.
Após o cisma e a reforma protestante, os milagres cessaram nos ambientes cismáticos e protestantes , enquanto na Igreja Católica eles continuaram .
Os fenômenos paranormais e extra-normais são causados pelo inconsciente do homem , segundo ensina a parapsicologia ; sem que haja controle desses fenômenos por parte de seus autores involuntários.
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Fenômeno Paranormal : são faculdades espirituais inconcientes. Fenômenos produzidos pela mente, os quais ultrapassam a barreira do tempo e do espaço, também conhecidos como ESP ; percepção extra sensorial, popularmente conhecido como sexto Sentido. Eles estão relacionados a previsão do futuro, conhecimento do passado .
Exemplos : Telepatia, Clarividência, Precognação (ver o futuro), Retrocognição (ver o passado) .
Fenômenos Extra-Normais: São faculdades sensoriais inconcientes. São aqueles fenômenos produzidos por emanações de energia psíquica que se manifestam fora o corpo físico; como a ” Telecnese ” ; fazer mover objetos, usando-se da telergia (energia psíquica) . ” Levitação ” , usando-se da telergia . ” Aporte ” , usando a telergia que se desmaterializa e depois materializa-se em outro lugar junto com o objeto teletransportado .
Apenas os milagres são fenômenos supra-normais , sem qualquer explicação natural.
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A Igreja Católica não tem posição oficial sobre a parapsicologia , isto porque ela se propõe a explicar fatos no plano ‘natural ‘ ou no plano da ciência.
Se o fenômeno for passível de explicação natural autêntica , a Igreja nada tem a opor ; exceto se a explicação pretender negar a verdade de uma graça ou de um milagre , ou algum outro princípio da doutrina revelada !
Na prespectiva católica existem , portanto , os carismas , as graças atuais , as intervenções angélicas , as possessões demoníacas e os milagres . A parapsicologia entende que apenas os fatos supranormais são milagres ( levitar acima de determinado limite , mover objetos além de um limte ) ou seja , intervenção direta da providência divina contrariando os determinismos naturais sem interferência humana !
O Cardeal Prospero Lambertini , futuro Papa Bento XIV , definiu os critérios para se considerar verdadeiramente milagrosa uma cura .
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Critérios para a aceitação de um milagre de cura
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A doença deve ser grave e de cura impossível ou muito difícil.
Que a doença não esteja numa fase que logo decline.
Que o paciente esteja sem tomar medicamentos ou que os medicamentos não surtam efeitos
Que a cura seja súbita.
Que a cura perfeita.
Que não haja uma crise precedendo a cura.
Que a doença não volte mais.
Portanto , para que uma cura venha a ser considerada milagrosa , a Igreja exige que ela seja imediata , completa e duradoura. Se não for imediata , se for incompleta , e se voltar a aparecer não é milagre !
Além , evidentemente , de não possuir rigorosamente nenhuma explicação científica.
Um milagre é sempre um fato externo , visível e que altera as leis e os determinismos naturais , visando o bem do homem ; jamais prejudicar , assustar , ferir e causar mal-estar físico. O autor do milagre é sempre Deus , que assim manifesta a Sua justiça e a Sua misericórdia infinitas .
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Prof Everton Jobim