Sinais Estão por toda parte, são reconhecidos por uns poucos
M. Selaht
Conversávamos no café e bar Grande Oriente, na rua do Lavradio, Rio de Janeiro, o ano 1978. Meu companheiro de café era um irmão, coronel reformado do Exército Brasileiro, um defensor da Amazônia, ilustre maçom e mago, já na época, Grande Inspetor do Rito escocês, Grau 33, tinha perfeito domínio do elemento fogo. Uso seu nome verdadeiro, por ser muito conhecido entre maçons e estar hoje no “Oriente Eterno”.
O Irmão Luiz Bayardo da Silva já era meu antigo conhecido de palestras e conferências acadêmicas. Nessa época, eu ainda não o conhecia como esotérico. Era um estudioso de assuntos maçônicos e esotéricos, em geral. Desta feita, conversávamos sobre sinais, que alguns evidenciam e que, sem dúvida, são parte do plano evolutivo da raça humana, do qual sempre houve pessoas e ordens esotéricas do passado, como a fundada em Amarna, (Tel el Harum) por Amenofis IV, a ordem Templária de S.J. de Jerusalém, a Rosacruz, os Sufistas e outras mais, que guardaram zelosamente pedras e argamassa para a “grande construção do templo de nossas virtudes”.
SinaisSinais dessa construção, que é o beresit (primeira palavra da Bíblia, que significa princípio em hebraico) da humanidade do atual milênio, vêm aparecendo e passam despercebidos freqüentemente.A máquina quântica de Shakara, cromoterapia, expansão de consciência, os Dons e outros sinais, que os céticos teimam em rejeitar.
Quando aconteceu o fenômeno da separação das línguas na construção da “Torre de Babel”, (significa Porta de Deus, em hebraico. Gen.11 vv.6 a 9), a Misericórdia Divina, como sempre se fez presente, os intérpretes e tradutores das novas línguas, passaram a ser uma classe social importante, e foram os embaixadores da época primitiva.
O PlanoD’us sempre teve Seu Plano escrito e o “arbítrio relativo”, que concedeu à humanidade, foi sempre, como ainda é hoje, motivo de transgressão. A dificuldade de comunicação teria sido um castigo, mas foi também uma forma de evolução, pena que pela dor.
A esperança de um novo paradigma para unir a humanidadeVislumbrada por um iluminado judeu polonês, Ludwik Leger Zamenhof (Lázaro Zamenhof), com a criação do esperanto, em 1887, uma língua universal com cinco vogais e 23 consoantes, como sempre, interesses egoísticos e econômicos impediram que esse sinal fosse reconhecido. A linguagem diplomática era o francês, mais tarde o inglês tomou esse lugar e o dolar americano passou a ser o padrão monetário.
O adoção do euro é mais um sinal, embora infinitamente de menor importância que a linguagem universal, a unidade de linguagem e a de valores econômicos, vão acontecer.
O Irmão Bayardo e eu falávamos que no futuro o “paradigma do esperanto” seria materializado na linguagem telepática, que acabaria de vez com a mentira e a falsidade, já que todos estarão lendo as mentes uns dos outros.
TelepatiaTelepatas e comunicações mentais acontecem, embora às escondidas. É o medo de ser chamado de louco ou charlatão. É também a influência maligna de algumas seitas religiosas do cristianismo, que se negam a ver a verdade dos fatos, mesmo quando provada à luz da ciência.
O despertar da Verdade ArcanaAs “descobertas” e os prodígios terão lugar garantido nos veículos de comunicação, da forma como já eram conhecidos na Cabala, há milênios. Somos “um povo de dura cerviz” fechamos os olhos para o obvio, e colocamos rótulos de mentirosos nos sábios. Os Kaballa Centers, ao redor do mundo, são um exemplo atual.A trans-comunicação já removeu o mito eclesiástico de que não há vida após a morte. É possível comunicar-se com consciências desencarnadas e até com outros seres, por esse método que não utiliza médiuns, apenas aparelhos e cujas experiências podem ser repetidas e gravadas (para a desmoralização de certos clérigos). Os “Torquemadas” sempre foram servos do mal a serviço dos que confundem fé com ignorância e dos que acreditam que os homens não têm o dom dos milagres.Eles não são capazes de ver e reconhecer os SINAIS.
sábado, 15 de novembro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Dementadores

É difícil de acreditar, mas existem pessoas que tem o "don" de sugar nossas energias!! A simples presença de algumas pessoas ao nosso lado, nos causa uma sensação de vazio; É como se ela sugasse de nos todas as nossas lembranças boas, nos fazendo sentir um vazio na alma...
Frio... Vazio... Solidão...
Mas em contra peso... Existem aquelas pessoas que são pura luz...
Essas pessoas possuem uma luz tão forte que por maior que seja a escuridão, elas nos guiam... Nos trazem átona...A luz... Sempre vence a escuridão...
Frio... Vazio... Solidão...
Mas em contra peso... Existem aquelas pessoas que são pura luz...
Essas pessoas possuem uma luz tão forte que por maior que seja a escuridão, elas nos guiam... Nos trazem átona...A luz... Sempre vence a escuridão...
Nota: Os dementadores estão entre as criaturas mais malignas que vagam pela terra. Infestam os lugares mais escuros e imundos, se comparam com a decomposição e o desespero, esgotam a paz, a esperança e a felicidade do ar a sua volta. São invisíveis a trouxas, que apenas sentem tristeza e falta de esperança na presença de um.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Sonho ou Realidades

Mas, deves aprender seu sentido real, velado por símbolos... As montanhas, são os sábios; as ervas, milagrosas, as tuas palavras... Os ‘mortos’ são os ignorantes; os sábios transformam a mente dos ignorantes, com seus conceitos ‘indescifráveis’, como se estivessem ressuscitando os mortos.
A sabedoria dá imortalidade aos que a possuem e que, sabiamente, a transmitem aos outros...”.
A sabedoria dá imortalidade aos que a possuem e que, sabiamente, a transmitem aos outros...”.
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Estórias têm símbolos e estes são parte da existência humana... Na sua interpretação assimilamos a realidade e essa asserção pode ser (sabiamente?) interpretada, para dizer: - “Construímos a nossa própria realidade, pessoal; transferível, na absorção de valores éticos e, quem sabe, morais”.
A Fábula e depois os Contos de Fadas são modalidades, na História da Literatura, que procederam à conversão de personagens ‘não humanos’, mas antropomorfizados, em símbolos de vivências com profunda interioridade, pessoal. Nelas, formas surpreendentes em textos repletos de belos valores e preceitos, éticos.Moral da estória? ...
Até os mais distraídos já puderam notar, que entre muitas curiosidades deste nosso tempo caótico (no pior sentido do χάος, porque mesmo ali havia ordem), ‘dinamizado’ pela cultura ‘cibernética’ (mecânica e vazia, de fin-de-siècles) e de outros ciclos, vem-se sobressaindo a crescente onda de interesse, renovado, pela literatura alimentada pelo sobrenatural; nos mistérios da Vida...
Nas forças, ‘ocultas’.
No rastro - inebriante, desses temas, também voltamos aos príncipes e aos feiticeiros; cavaleiros andantes e mágicos mestres.
Eles estão de volta, com força.
Que bom!
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No rastro - inebriante, desses temas, também voltamos aos príncipes e aos feiticeiros; cavaleiros andantes e mágicos mestres.
Eles estão de volta, com força.
Que bom!
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Os Contos de Fadas, apesar do nome, nem sempre se caracterizam pela presença de alguma delas, mas sim por conter, como parte essencial da narrativa, um drama existencial - de certa forma sutil, intocável. Em outras palavras: a ‘auto-realização’ de um personagem, ou o seu crescimento pessoal - expansão interior, aparece como o principal aspecto de um relato, quase sempre encantador.
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É assim, encantadoramente, que as sagas, as lendas e os mitos também deixaram de ser vistos como ‘entretenimento infantil’, ou bobagens (como se o que as crianças vivem fosse assim... - Ah! Que saudades de minhas ‘bobagens’ infantis) e vêm sendo redescobertos como autênticas fontes de conhecimento do homem e de seu, verdadeiro, lugar em um mundo melhor.
Os feitos, as glórias e a grandeza, ou mesmo as provas, os obstáculos e as contendas pelos quais os personagens centrais, dos Contos de Fadas, passam, configuram rituais iniciáticos que descrevem a passagem, de um momento existencial para outro, e que vêm sendo mantidos, sem mudanças substanciais, ao longo da História e transmitidos de geração em geração, por estórias.
Ainda bem!
Os feitos, as glórias e a grandeza, ou mesmo as provas, os obstáculos e as contendas pelos quais os personagens centrais, dos Contos de Fadas, passam, configuram rituais iniciáticos que descrevem a passagem, de um momento existencial para outro, e que vêm sendo mantidos, sem mudanças substanciais, ao longo da História e transmitidos de geração em geração, por estórias.
Ainda bem!
O rei e a princesa; o mágico e a bruxa, ou o animal que ronda e que ajuda, estão sempre presentes... Você não conhece alguns? Eu sim... Todos camuflados por um magnífico arcabouço, com um poder indiscutível, pelo qual os valores a que se referem são eternizados; como a luta entre o bem e o mal, na distinção entre o que é belo e o que não é; o que nos enternece o coração e o que repudiamos na mente, com veemência...
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Refletem os traços humanos mais gerais e utilizam símbolos universais que nos permitem, novamente, poder escolher e selecionar; aceitar, ou negligenciar; interpretando-os, sabiamente sim, de forma congruente a um novo estágio de desenvolvimento físico, intelectual e psicológico... A alma, de novo, é atingida por sentimentos puros.
Graças, a Deus!
Isto tudo vem atravessando os séculos e encantando os povos, das mais diferentes culturas; sem dúvida, porque, para além da sedução das mil e uma noites da Pérsia existe um importante eixo vital, em torno do qual se desenrolam paixões: as relações homem/mulher, envolvendo o amor; a vida e a morte...
As forças, bipolares, em equilíbrio, que imortalizaram Sherazade - شهرزاد, símbolo da mulher perfeita que, além da deslumbrante beleza, era culta e falava - com propriedade, o que tem que ser dito.
Era uma vez...
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“... Nos aposentos do rei Xariar - شهريار , Sherazade pede para se despedir de sua irmã, Duniazade. No meio da conversa, como haviam combinado antes, Duniazade pede que a irmã lhe conte uma estória. Sherazade, que tinha lido livros e escritos de toda a espécie, conta uma história que, como havia planejado, cativa a atenção do rei... Ele pára e escuta a narrativa, escondido... Mas, ela interrompe a narrativa para a concluir apenas na noite seguinte. Curioso para saber o final da estória, o rei não a mata - como fazia com todas as suas outras mulheres depois de possuí-las. Nas noites seguintes, literalmente excitado com a narrativa, o rei pede novas estórias... E assim ele mantém Sherazade viva até que, depois de mil e uma noites e três filhos, o rei, entretido e moralmente elevado pelas estórias, desiste de matá-la e faz dela sua rainha”.
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Excelente maneira de podermos entender um stratum, fabuloso; cultural, sim, pois seriam expressões dos processos psíquicos do inconsciente coletivo: na alma do povo simples, também, e das pessoas comuns, mais do que tudo. Através dos Contos de Fadas, podemos estudar as mais básicas estruturas de comportamento e os aspectos de toda uma civilização, que pode ser extraordinária.
O material simbólico contido nas escrituras, age como um processo - de aprendizagem e pode ser utilizado para propiciar a construção dos sistemas lógicos de pensamento: encorajadores, quiçá para sempre.
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Os protagonistas dos Contos de Fadas são pessoas muito parecidas conosco... Quando identificamos um, como João, em “João & Maria”, fica claro que o uso de nomes bem comuns os torna genéricos, valendo para qualquer menino ou menina, que jamais deveríamos deixar de ser...
Maravilhosa literatura!
Que está profundamente ligada ao mundo dos símbolos; mitos e arquétipos. É neles, ou por meio deles, que essa magia é engendrada e se transmite aos homens através dos milênios... Em uma linguagem que se expressa por, adorável, comunicação...
Contendo todas as possibilidades da vida, mostrando que ela pode ser: um Conto de Fadas.
Caio Eduardo Ferreira do Amaral
Semiologia, da vida.
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Excelente maneira de podermos entender um stratum, fabuloso; cultural, sim, pois seriam expressões dos processos psíquicos do inconsciente coletivo: na alma do povo simples, também, e das pessoas comuns, mais do que tudo. Através dos Contos de Fadas, podemos estudar as mais básicas estruturas de comportamento e os aspectos de toda uma civilização, que pode ser extraordinária.
O material simbólico contido nas escrituras, age como um processo - de aprendizagem e pode ser utilizado para propiciar a construção dos sistemas lógicos de pensamento: encorajadores, quiçá para sempre.
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Os protagonistas dos Contos de Fadas são pessoas muito parecidas conosco... Quando identificamos um, como João, em “João & Maria”, fica claro que o uso de nomes bem comuns os torna genéricos, valendo para qualquer menino ou menina, que jamais deveríamos deixar de ser...
Maravilhosa literatura!
Que está profundamente ligada ao mundo dos símbolos; mitos e arquétipos. É neles, ou por meio deles, que essa magia é engendrada e se transmite aos homens através dos milênios... Em uma linguagem que se expressa por, adorável, comunicação...
Contendo todas as possibilidades da vida, mostrando que ela pode ser: um Conto de Fadas.
Caio Eduardo Ferreira do Amaral
Semiologia, da vida.
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